
Quanto tempo dura a recuperação de um aumento mamário? A resposta curta primeiro: a maioria das pacientes levanta-se e caminha no próprio dia, regressa ao trabalho de escritório ao fim de uma a duas semanas, recebe autorização para o voo de regresso após a revisão das feridas por volta do fim da primeira semana, retoma o treino de membros inferiores às quatro semanas e o peito às seis a oito, enquanto os implantes assentam a forma definitiva entre os três e os seis meses. O aumento mamário coloca um implante de silicone com marcação CE sob a glândula ou parcialmente sob o músculo peitoral — na Estetica Istanbul a partir de €4.350 em pacote tudo incluído, com um cirurgião plástico parceiro certificado num hospital parceiro acreditado pela JCI. Este guia percorre o que acontece de facto do dia um ao mês seis: quando pode levantar os braços, dormir de lado, voar para casa, voltar a treinar, e que sinais de alarme importam mesmo.
Duas pacientes podem fazer a mesma cirurgia no mesmo dia e recuperar em calendários nitidamente diferentes, e a razão principal é o plano de colocação do implante. Um implante colocado em parte sob o músculo peitoral — via submuscular ou dual plane — dá mais cobertura de tecido sobre o polo superior, mas o músculo tem de ser levantado para lhe abrir espaço: a primeira semana traz, por isso, mais dor muscular, aquela sensação de faixa apertada sobre o tórax e alguns espasmos. Um implante colocado acima do músculo, sob a glândula, costuma ser mais confortável nos primeiros dias e assenta mais depressa. O volume também pesa: quanto mais os tecidos tiverem de esticar, maior a tensão inicial. Cada prazo abaixo é, portanto, um intervalo realista e não uma promessa — é o plano que o seu cirurgião desenha sobre a sua anatomia que decide onde se situa.
A cirurgia demora cerca de uma hora a uma hora e meia sob anestesia geral, normalmente através de uma incisão no sulco natural por baixo da mama. A maioria das pacientes passa a primeira noite no hospital e caminha pelo quarto nessa mesma noite. O que surpreende é que a sensação dominante não é dor aguda: é tensão e pressão, como se tivessem apertado uma faixa à volta do tórax, e é mais marcada quando o implante fica sob o músculo. Controla-se com analgésicos orais habituais e o pico são os primeiros dois a três dias. Acorda com um sutiã de compressão e mantém-no. Mantenha os cotovelos junto ao corpo, evite esticar os braços acima da cabeça, levante-se e caminhe curtas distâncias várias vezes ao dia e durma inclinada de costas, não deitada na horizontal.
A primeira semana é feita de pensos, revisões das feridas e movimento suave. O seu cirurgião observa as incisões antes de autorizar a viagem, e essa autorização chega habitualmente perto do fim da primeira semana — não no dia seguinte à cirurgia. Qualquer operação seguida de muitas horas sentada aumenta a curto prazo o risco de trombose, pelo que o voo de regresso se planeia pela alta médica e não pelo bilhete mais barato: meias de compressão no avião, uma caminhada pelo corredor mais ou menos de hora a hora, muita água e nada de bagagem pesada para o compartimento superior. Um esclarecimento que vale a pena dizer com clareza, porque preocupa muitas pacientes: a pressão da cabine não danifica os implantes mamários. Os implantes atuais não são afetados por voar. A sua coordenadora organiza o regresso segundo o aval do cirurgião.
A maioria das pacientes volta ao trabalho de escritório entre uma e duas semanas; profissões fisicamente exigentes ou de pé precisam de bastante mais tempo — combine a data exata com o cirurgião e não com a entidade patronal. Conduzir volta a fazer sentido quando já deixou os analgésicos fortes e consegue rodar o volante e travar de emergência sem hesitar, normalmente por volta das duas semanas. O sutiã de compressão usa-se dia e noite durante cerca de quatro a seis semanas, incluindo na cama, e sem aro até ser autorizada. Dorme-se de costas e inclinada nas primeiras duas a quatro semanas; por volta da terceira ou quarta semana a maioria consegue dormir de lado com uma almofada de apoio, e de barriga para baixo é a última posição a regressar, muitas vezes às seis a oito semanas. A quebra de regras mais comum é pegar ao colo numa criança pequena: se puder, organize ajuda com antecedência.
O treino regressa por etapas e o peito chega no fim. Caminhar começa no dia um e vai aumentando. Trabalho leve de membros inferiores e cardio moderado são muitas vezes possíveis a partir das quatro semanas com o acordo do cirurgião; correr costuma esperar que o inchaço assente e exige um sutiã desportivo verdadeiramente firme. Exercícios de peito, pressões acima da cabeça com carga e tudo o que solicita o peitoral ficam para as seis a oito semanas no mínimo, e se o implante estiver sob o músculo o cirurgião pode alargar esse prazo: o peitoral desliza mesmo por cima do implante e forçá-lo cedo é o contratempo clássico autoinfligido. Se contrair com força nos primeiros meses pode notar a mama mexer-se ou repuxar ligeiramente: é o efeito de animação, esperado com implante submuscular, e torna-se muito menos visível à medida que o músculo relaxa sobre a loca.
Nas primeiras semanas as mamas ficam altas e tensas, com o polo superior muito cheio, e não se parecem com o resultado final: é a fase mais mal interpretada de toda a recuperação. À medida que os tecidos relaxam, os implantes descem gradualmente para a parte baixa da loca e amaciam, preenchendo a metade inferior da mama; os cirurgiões chamam-lhe drop and fluff. A maior parte acontece até ao terceiro mês e a forma costuma estar assente aos seis. É perfeitamente normal que um lado assente antes do outro e que a diferença se iguale ao longo destes meses, pelo que julgar o resultado antes do terceiro mês é injusto consigo. As cicatrizes do sulco passam de vermelhas ou rosadas a linhas claras em cerca de doze a dezoito meses, com proteção solar e gel ou penso de silicone. A alteração da sensibilidade do mamilo é comum no início e costuma recuperar em semanas a meses, embora uma pequena área de dormência possa ficar permanente. Um ponto honesto: os implantes não são dispositivos para toda a vida e a maioria das pacientes precisará de nova cirurgia a certa altura.
A maioria das recuperações decorre sem incidentes, mas conhecer os sinais de alarme vale mais do que qualquer frase tranquilizadora. Ligue à sua coordenadora ou ao cirurgião no próprio dia se uma mama ficar de repente claramente maior, mais dura ou mais arroxeada do que a outra: esse quadro nas primeiras 24 a 48 horas sugere um hematoma e trata-se depressa e bem quando detetado cedo. O mesmo vale para febre, vermelhidão ou calor que alastram, uma ferida que abre ou drena, ou dor que piora subitamente em vez de aliviar. Dor ou inchaço numa barriga da perna deve ser avaliado no próprio dia, e dor no peito ou falta de ar são uma emergência. Nos meses seguintes, uma mama que fica progressivamente dura, alta e deformada aponta para contratura capsular. A lista realista de riscos inclui hematoma, infeção, contratura capsular, alterações da sensibilidade do mamilo, ondulações visíveis, má posição do implante, rutura e a rara BIA-ALCL. Quase tudo é tratável, e tratar cedo é o que os mantém pequenos.
Conte com este ritmo: caminhar no próprio dia, escritório a uma ou duas semanas, autorização para voar perto do fim da primeira semana, conduzir por volta das duas semanas, sutiã de compressão durante quatro a seis semanas, membros inferiores às quatro, peito às seis a oito e forma definitiva aos três a seis meses. Profissões físicas e levantamento de pesos ficam no extremo mais longo de cada intervalo.
Durma de costas, inclinada sobre almofadas, nas primeiras duas a quatro semanas: limita o inchaço e tira pressão da loca enquanto os implantes assentam. Por volta das três a quatro semanas a maioria passa a dormir de lado com uma almofada de apoio, e de barriga para baixo é a última posição a voltar, normalmente às seis a oito semanas e só quando for realmente confortável. Mantenha o sutiã de compressão também à noite nas primeiras quatro a seis semanas.
Espere um aspeto alto, tenso e muito cheio em cima nas primeiras semanas. Depois os implantes descem para a parte baixa da loca e amaciam: a maior parte da mudança acontece entre a sexta semana e o terceiro mês, com a forma habitualmente final aos seis. É comum um lado assentar antes do outro e depois igualar; essa assimetria durante o processo é normal e não sinal de que algo corre mal.
Os primeiros dois a três dias são o pico e a maioria das pacientes descreve pressão e tensão no tórax mais do que dor aguda, com espasmos musculares ocasionais quando o implante fica sob o peitoral. Analgésicos orais habituais chegam e quase todas deixam a medicação mais forte em poucos dias. Um conselho honesto antes de reservar: se a sua principal preocupação é a queda da mama e não o volume, o implante sozinho pode não dar a forma que procura — uma mastopexia, com ou sem implante, pode ser a cirurgia mais adequada, e uma avaliação séria deve dizer-lho antes.
Está a considerar um aumento mamário em Istambul, ou já reservou e está a planear a recuperação? Peça uma avaliação gratuita e sem compromisso à Estetica Istanbul. Envie-nos as suas fotografias e os seus objetivos e a nossa equipa dar-lhe-á uma opinião honesta sobre o que o aumento mamário pode e não pode fazer pela sua forma, como a recuperação se encaixa no trabalho, no treino e na família, e se o implante, a mastopexia ou a combinação dos dois é mesmo o caminho certo para si.
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