
O marketing de muitas clínicas apresenta o DHI como "a nova geração" e o FUE como "ultrapassado". É falso. Ambas as técnicas são válidas em 2026 e complementam-se. O Dr. Tosun escolhe de acordo com a tua anatomia, não de acordo com uma moda.
Extração folicular com um micropunch de 0,7 a 0,9 mm. Incisões de implantação feitas com lâminas de safira (não de aço). Os folículos são colocados manualmente nas incisões. Vantagem: flexibilidade total sobre o ângulo, excelente para zonas densas, preço mais acessível. Limite: precisa de rapar por completo a zona dadora.
Mesma extração FUE, mas implantação feita com um implantador tipo caneta (Choi). A caneta perfura e coloca o folículo num só gesto. Vantagem: a zona recetora não tem de ser rapada (se tiveres cabelo comprido), menos manipulação do folículo. Limite: é mais lento, por isso mais caro, e menos adequado a superfícies muito grandes.
Tens cabelo comprido e não te queres rapar. O teu transplante incide numa zona específica e limitada (só linha frontal, densificação pontual). O teu orçamento aceita um sobrecusto de 20 a 30 %. Queres o máximo de discrição nos dias seguintes à intervenção.
Precisas de mais de 3.500 folículos. Queres densidade máxima numa zona extensa. O teu orçamento é mais apertado. Aceitas rapar por completo a zona dadora (e muitas vezes a recetora).
Em fotografias a um ano, nenhum especialista consegue distinguir uma FUE safira de um DHI. As duas técnicas usam o mesmo folículo, a mesma cicatrização. A diferença é operatória, não estética.
FUE safira: a partir de 1.950 €, inclui clínica JCI, hotel, transferes, intérprete e acompanhamento durante 12 meses. DHI: a partir de 2.550 €, mesmo conteúdo de pacote. Em Portugal, uma FUE safira custa entre 4.500 € e 7.000 €; um DHI entre 6.000 € e 9.000 €. Na Albânia os preços ficam 15 a 20 % abaixo dos de Istambul, mas sem certificação JCI e com protocolos muitas vezes mais agressivos.
Para 80 % dos nossos pacientes: FUE safira. É a melhor relação resultado/preço. Reservamos o DHI para casos em que evitar rapar é decisivo (razões profissionais, pacientes com cabelo comprido). Seja como for, a experiência do cirurgião pesa mil vezes mais do que a escolha da técnica.