
Muitas pacientes reservam a estadia de turismo médico sem um seguro específico. Em 90 % dos casos não acontece nada — nos outros 10 %, acontece. Este guia explica que seguros fazem sentido e o que cobrem.
O Serviço Nacional de Saúde não paga cirurgia estética eletiva. Também não cobre complicações decorrentes de uma cirurgia no estrangeiro escolhida pelo paciente — exceto emergência vital já em território nacional. As revisões agendadas ou os cuidados de acompanhamento não entram.
Complicações no local (internamentos adicionais, reintervenções). Custos extra de hotel se a estadia tiver de ser prolongada por razão médica. Alteração do voo de regresso. Repatriamento médico (voo sanitário, até valores de cinco dígitos). Consoante a apólice: revisões cirúrgicas nos 12 a 24 meses seguintes.
Algumas seguradoras têm produtos específicos de turismo médico. Muitos seguros de viagem portugueses excluem expressamente a cirurgia eletiva — lê a apólice antes de reservar. Existem seguros dedicados especificamente à cirurgia estética, oferecidos por agências portuguesas ou internacionais.
A Estetica Istanbul inclui uma cobertura de complicações na reserva. Ou seja: se numa janela de tempo definida for necessária uma intervenção pós-operatória (por exemplo, revisão após infeção), realizamo-la sem custo cirúrgico adicional. A viagem e o alojamento dessa revisão são organizados por nós — a preço de custo, sem lucro.
Definição de "complicação": só emergências médicas ou também resultados estéticos insatisfatórios? A segunda hipótese quase nunca é coberta. Prazos: quanto tempo dura a cobertura após a cirurgia? Seis meses? Doze? Dois anos? Franquia: que montante? Exclusões: há cirurgias excluídas (BBL, bariátrica)?
Combina um seguro de viagem com repatriamento com uma apólice separada de turismo médico (80 a 250 € para o período da cirurgia). Assim tens cobertura completa; com uma franquia de algumas centenas de euros sai claramente mais em conta do que autofinanciar uma complicação.