
A maior parte das pacientes levanta-se e caminha na própria noite da cirurgia, volta a endireitar-se por completo entre a primeira e a segunda semana, regressa a um trabalho de escritório às três ou quatro semanas, volta a treinar por volta das oito semanas e vê a forma definitiva assentar entre os três e os seis meses. A recuperação de um mommy makeover é mais longa do que a de qualquer uma das cirurgias que o compõem, precisamente porque as junta: habitualmente uma abdominoplastia com uma mastopexia ou um aumento mamário, muitas vezes com lipoaspiração, numa única anestesia. Este é um relato honesto, semana a semana, do que acontece de facto: como são os primeiros dias, quando poderá voltar a pegar nos seus filhos ao colo, quando é seguro apanhar o voo de regresso, o que é inchaço normal e o que é motivo para telefonar ao seu cirurgião esta noite em vez de esperar pela consulta seguinte. Na Estetica Istanbul o mommy makeover começa nos €5.900 em pacote tudo incluído, mas este guia é sobre a recuperação e não sobre o preço.
Um mommy makeover não é uma operação única com um nome comprido: são duas ou três operações feitas na mesma sessão. É a parte abdominal que dita o ritmo. Se os músculos se afastaram durante a gravidez — a diástase dos retos abdominais —, o cirurgião volta a uni-los com sutura, e é essa reparação que explica porque o abdómen repuxa, porque nos primeiros dias vai andar ligeiramente curvada e porque a proibição de pegar em pesos se conta em semanas e não em dias. A componente mamária acrescenta limites ao tronco superior: esticar os braços, empurrar, puxar. A lipoaspiração acrescenta hematomas e uma curva de inchaço mais longa, mais do que dor. O compromisso é real e é por isso que muitas pacientes escolhem a combinação: uma anestesia, um único período de recuperação e uma única viagem em vez de três. Continua, ainda assim, a ser uma cirurgia a sério, e as primeiras duas semanas não são altura para ser heroína sozinha.
Passará normalmente a primeira noite no hospital parceiro, com monitorização, controlo da dor e, em muitos casos, pequenos drenos para retirar líquido do abdómen. A equipa de enfermagem vai pô-la de pé para caminhadas curtas e lentas ao fim de poucas horas: é intencional, porque o movimento precoce é a melhor proteção contra os coágulos. Conte andar ligeiramente dobrada nas ancas nos primeiros dias; não se force a endireitar-se, mas também não fique encolhida. A dor costuma atingir o pico ao segundo ou terceiro dia e depois diminui de forma constante. Vai dormir de costas, com almofadas debaixo dos joelhos e o tronco elevado, usar a cinta de compressão quase sem interrupção e lidar com os efeitos secundários pouco glamorosos de qualquer anestesia geral e de analgésicos fortes — a obstipação acima de tudo, que é mais fácil de prevenir do que de resolver. Os drenos, quando são colocados, são retirados em geral na primeira semana, assim que o débito baixa.
É o período em que a melhoria se vê. A maioria das pacientes endireita-se gradualmente ao longo da segunda semana, passa dos analgésicos de receita para o simples paracetamol e começa a caminhar várias vezes por dia em vez de uma. Continuará a usar a cinta quase o dia inteiro, a não levantar nada com mais do que alguns quilos e a não conduzir enquanto estiver a tomar medicação forte ou não conseguir travar a fundo sem se contrair: normalmente duas a três semanas. Os hematomas da lipoaspiração desvanecem-se nesta fase. A complicação mais provável agora é o seroma, uma bolsa de líquido debaixo da pele do abdómen: sente-se como um inchaço mole que abana, não é uma urgência e drena-se habitualmente em poucos minutos em consulta. Não o ignore à espera que passe sozinho: os seromas não tratados são uma das principais causas de uma cicatriz feia.
Muitas pacientes regressam ao trabalho de escritório às três ou quatro semanas e ao trabalho físico às seis ou oito. A cinta usa-se, em regra, cerca de seis semanas no total, e é o seu cirurgião que lhe diz quando parar, não a sua sensação. Continuará inchada, e o inchaço será claramente pior ao fim do dia do que de manhã: esse padrão é normal e mantém-se durante meses. A dormência da pele por cima da cicatriz abdominal é esperada e pode durar muitos meses enquanto os nervos se regeneram; não é sinal de que alguma coisa correu mal. A cicatriz, nesta fase, estará vermelha e ligeiramente elevada: é o início da cicatrização, não o resultado acabado. O cardio leve — caminhar e depois bicicleta estática — é habitualmente autorizado nesta janela; o trabalho abdominal não.
A maioria das pacientes recebe autorização para exercício completo por volta das oito semanas, e a ordem sensata é: primeiro pernas e cardio, depois tronco superior e, por último, carga direta sobre o abdómen. Se colocou implantes, o trabalho pesado de peito é a última coisa a regressar, não a primeira. Ao longo deste período o inchaço continua a descer, o abdómen repuxa progressivamente menos e a cicatriz inicia a lenta passagem de vermelho a rosa. Uma oscilação de peso de um ou dois quilos para cima ou para baixo é normal e é sobretudo líquido, não gordura. É também a altura em que muitas mulheres se olham ao espelho e veem pela primeira vez o resultado que esperavam: a forma às seis semanas e a forma aos três meses são nitidamente diferentes.
Aos três meses desapareceu cerca de oitenta a noventa por cento do inchaço, e o contorno que vê aos seis meses é essencialmente o definitivo. Os implantes mamários, se os tiver, assentam e descem para uma posição mais natural ao longo de três a seis meses: aquela plenitude alta do início não é o estado final. As cicatrizes continuam a amadurecer durante doze a dezoito meses e continuam a esbater-se muito depois de deixar de pensar nelas; o gel ou as placas de silicone e uma proteção solar rigorosa ajudam mesmo, ao contrário da maioria dos outros produtos. O resultado dura enquanto o seu peso se mantiver estável. Uma ressalva honesta que vale a pena conhecer antes de marcar: uma gravidez futura pode desfazer a reparação muscular do abdómen, por isso, se está a planear mais filhos, o habitual é ser melhor esperar.
Não no dia seguinte à cirurgia, e mais tarde do que depois de uma cirurgia mamária isolada. Cirurgia combinada do abdómen e da mama sob anestesia geral, seguida de horas sentada e imóvel num avião, é exatamente a combinação que aumenta o risco de trombose venosa profunda. Na prática, as pacientes que viajam para um mommy makeover recebem autorização para voar por volta dos dez a catorze dias, depois de retirados os drenos, verificadas as feridas e com o cirurgião satisfeito. Preveja uma estadia em Istambul mais longa do que para uma única cirurgia. Quando voar: escolha lugar de coxia, levante-se e caminhe mais ou menos de hora a hora, beba água em vez de álcool, use meias de compressão e siga as indicações de prevenção de trombose que o seu cirurgião lhe der. A sua coordenadora marca o regresso em função da autorização do cirurgião, não da tarifa mais barata.
A maioria das recuperações decorre sem sobressaltos, mas conhecer a lista curta importa mais do que conhecer a longa. Telefone de imediato se tiver dor, inchaço, vermelhidão ou calor numa barriga da perna, ou qualquer falta de ar ou dor no peito: podem indicar um coágulo e exigem avaliação urgente, não uma espera. Telefone se tiver febre acima de 38 °C, vermelhidão a alastrar à volta de uma incisão, exsudado que aumenta ou que cheira mal, ou dor que piora de dia para dia em vez de melhorar. Um inchaço súbito e duro de um só lado do peito pode ser um hematoma e precisa de ser visto no próprio dia. A pele que na margem de uma ferida fica escura ou arroxeada tem de ser observada, e esse risco é bastante maior nas fumadoras. Contacte o seu cirurgião parceiro e a sua coordenadora, ou o serviço de urgência local se for mais rápido: a escolha certa é a que a leva a ser avaliada mais depressa.
O maior indicador de uma recuperação tranquila é ter ajuda a sério em casa nas primeiras duas semanas; o segundo é não fumar. A nicotina em qualquer formato — cigarros, vaporizadores, adesivos — estreita os pequenos vasos que mantêm vivas as margens das feridas e é a causa evitável mais clara de deiscência e de cicatrizes feias; parar quatro semanas antes e quatro semanas depois é a indicação padrão e não é negociável. De resto: coma proteína, beba água, use a cinta, caminhe todos os dias e chegue à cirurgia com um peso já estável em vez de contar perdê-lo depois. O que atrasa a recuperação é o heroísmo. As pacientes que pegam ao colo numa criança pequena à segunda semana são as mesmas que acabam por desenvolver seromas e cicatrizes alargadas. E um conselho honesto: se na verdade só o abdómen a incomoda e o peito é uma preocupação menor, uma abdominoplastia isolada representa uma recuperação mais curta e mais barata do que um mommy makeover completo, e um bom cirurgião dir-lho-á.
Conte com cerca de duas semanas de paragem total, quatro a seis semanas de atividade restringida, cerca de oito semanas até ao treino completo, três a seis meses para a forma assentar e até dezoito meses para as cicatrizes amadurecerem. A maioria das pacientes diz sentir-se normal no dia a dia por volta das seis semanas, ainda que o resultado definitivo esteja a meses de distância.
É a restrição que as pacientes vivem pior e é também a que mais importa. Pegar em pesos está normalmente fora de questão durante quatro a seis semanas, porque a reparação muscular do abdómen precisa desse tempo para aguentar. Com crianças pequenas, o que resulta é sentar-se e deixar que a criança trepe sozinha para o seu colo em vez de a levantar, e organizar ajuda com antecedência para as primeiras duas semanas. O seu cirurgião dá-lhe o limite concreto para a sua reparação.
Mais tempo do que para uma cirurgia isolada — habitualmente cerca de duas semanas. Isso cobre os exames pré-operatórios, a própria cirurgia, a remoção dos drenos, os controlos das feridas e o momento em que o seu cirurgião a autoriza a voar. A duração exata é confirmada pelo cirurgião e não fica fixada à partida. As noites no hotel de recuperação, os transferes e uma coordenadora de pacientes fazem parte do pacote; os voos nunca.
As primeiras duas semanas são mais intensas do que seriam depois de qualquer uma das cirurgias sozinha — essa é a resposta honesta. Mas trata-se de uma anestesia, um período de recuperação e uma viagem em vez de três, e o tempo total retirado à vida normal é inferior à soma de três recuperações separadas. Ainda assim, não serve a toda a gente. Tempos operatórios mais longos implicam mais risco e, consoante o seu peso, o seu estado de saúde e aquilo de que cada zona precisa, o cirurgião pode recomendar dividir os procedimentos por duas operações. Se lhe propuserem essa divisão, encare-a como um juízo de segurança a seu favor e não como uma tática de venda.
Se está a ponderar um mommy makeover, peça uma avaliação gratuita e sem compromisso à Estetica Istanbul. Envie-nos as suas fotografias e diga-nos o que a incomoda: a nossa equipa, em conjunto com os nossos cirurgiões parceiros certificados, dar-lhe-á uma opinião honesta — incluindo sobre se uma cirurgia isolada ou um plano em duas fases lhe assentaria melhor do que fazer tudo de uma vez.
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