
A «FUE safira» tornou-se um argumento de marketing omnipresente. Por trás do termo há uma realidade técnica que melhorou mesmo a qualidade dos transplantes desde 2018.
Na FUE clássica, as incisões de implantação são feitas com lâminas de aço. Na FUE safira, são feitas com lâminas talhadas em safira. Estas lâminas produzem incisões mais finas, mais precisas, com menos trauma tecidual. Resultado: melhor cicatrização, densidade de implantação mais alta possível, vermelhidões pós-operatórias mais curtas.
Incisões 15-20% mais pequenas do que com lâmina de aço. Sem reflexo luminoso na lâmina → menos fadiga visual para o cirurgião → menos erros. Safira = material biocompatível, inerte, que não provoca reação tecidual.
A safira é frágil. As lâminas devem ser trocadas com regularidade. Uma clínica que usa a mesma lâmina em 5 pacientes por dia para poupar produz incisões irregulares. Pede para ver a lâmina que vai ser usada na tua intervenção e exige que seja nova.
A DHI usa um implantador tipo caneta, sem lâmina de safira. Ambas as técnicas são válidas; não se trata de «FUE safira obsoleta vs DHI moderna». Explicamos isso no nosso artigo dedicado a FUE vs DHI.
Pacote FUE safira completo: 1.950 € a 3.200 € consoante o número de folículos. Inclui clínica JCI, hotel, transferes, tradutor e acompanhamento 12 meses.